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sábado, 8 de janeiro de 2011

Cancro encontrado nos esqueletos antigos! Não é a vida moderna que causa câncer. Ele já existia há muito tempo!!!

Ao, ler este artigo, você vai entender que o câncer é uma doença tão antiga quanto os seres humanos. O modo de vida influencia, mas todos estamos sujeitos a esse mal inato da humanidade, mais cedo ou mais tarde, ou a outro qualquer. Não somos eternos.

TUMORES PRÉ-HISTÓRICOS COLOCAM EM DEBATE O PESO DA VIDA MODERNA


Por George Johnson
The New York Times
Evidência de tumores em crânio de homem exumado em cemitério medieval na Eslováquia

Quando escavaram uma colina de sepultamento na região russa de Tuva, há aproximadamente dez anos, os arqueólogos literalmente encontraram ouro. Encurvados no chão de uma sala interna havia dois esqueletos, um homem e uma mulher, cercados por indumentárias reais de 27 séculos atrás: toucas e mantos adornados com imagens de ouro de cavalos, panteras e outros animais sagrados.
Mas para os paleopatologistas - estudiosos das doenças antigas -, o tesouro mais rico era a abundância de tumores em praticamente todos os ossos do corpo masculino. O diagnóstico: o caso de câncer na próstata mais antigo de que se tem notícia.
A próstata em si já havia se desintegrado há muito tempo. Porém, células malignas da glândula haviam migrado seguindo um padrão familiar, deixando cicatrizes identificáveis. Proteínas extraídas do osso testaram positivo para PSA (sigla em inglês para antígeno prostático específico).
Frequentemente considerado uma doença moderna, o câncer sempre esteve conosco. Onde os cientistas discordam é sobre o quanto ele foi amplificado pelos doces e amargos frutos da civilização. Ao longo das décadas, arqueólogos descobriram cerca de 200 casos possíveis de câncer datando de tempos pré-históricos. No entanto, considerando-se as dificuldades de extrair estatísticas de ossos antigos, isso significa pouco ou muito?
O recente relatório de dois egiptólogos, publicado na revista "Nature Reviews: Cancer", revisou a literatura, concluindo que existe uma "arrebatadora raridade de perversidades" em antigos restos mortais humanos.
"A raridade do câncer na antiguidade sugere que tais fatores se limitam a sociedades que são afetadas por questões da vida moderna, como o uso do tabaco e a poluição industrial", escreveram os autores, A. Rosalie David, da Universidade de Manchester, e Michael R. Zimmerman, da Universidade Villanova. Também entram na lista obesidade, hábitos alimentares, práticas sexuais e reprodutivas, e outros fatores frequentemente alterados pela civilização.
Na internet, relatos da mídia fizeram a questão soar inequívoca: "O câncer é uma doença criada pelo homem"; "A cura para o câncer: viver como em nos velhos tempos". Mesmo assim, muitos especialistas médicos e arqueólogos não ficaram tão impressionados.

Expectativa de vida

"Não existem razões para achar que o câncer é uma doença nova", disse Robert A. Weinberg, um pesquisador de câncer do Instituto Whitehead de Pesquisa Biomédica, em Cambridge, Massachusetts, e autor do livro didático "A Biologia do Câncer". "Em tempos passados, a doença era menos comum porque as pessoas acabavam morrendo cedo, por outros motivos".
Outra consideração, segundo ele, é a revolução na tecnologia médica: "Hoje, nós diagnosticamos muitos cânceres - de mama e de próstata - que, em épocas passadas, teriam passado despercebidos e sido levados ao túmulo quando a pessoa morresse de outras causas, não relacionadas".
Mesmo com tudo isso sendo contabilizado, existe um problema fundamental em estimar a ocorrência de câncer na antiguidade. Duzentos casos podem não parecer muito. Mas a escassez de evidências não é uma prova de escassez. Tumores podem permanecer ocultos dentro dos ossos, e aqueles que fazem seu caminho para fora podem fazer com que o osso se desintegre e desapareça. Mesmo com todos os esforços dos arqueólogos, somente uma fração da pilha de ossos humanos foi coletada, sendo impossível saber o que permanece escondido por baixo.
Anne L. Grauer, presidente da Associação de Paleopatologia e antropóloga da Universidade Loyola de Chicago, estima que existam cerca de 100 mil esqueletos nas coleções osteológicas do mundo todo, e uma grande maioria não foi examinada por raios-X ou estudada com técnicas mais modernas.
Segundo uma análise da Agência de Referência da População, o total acumulado de todos que viveram e morreram até o ano 1 d.C. já se aproximava de 50 bilhões, e havia quase dobrado em 1750 (essa análise refuta a comum afirmação de que haveria mais pessoas vivas hoje do que o total que já viveu na terra). Se essa conta se confirmar, o número de esqueletos no banco de dados arqueológico mal representaria um décimo milésimo de 1 por cento do total.
Nessa minúscula amostra, nem todos os restos mortais estão completos. "Por um bom tempo, os arqueólogos só coletaram crânios", afirmou Heather J.H. Edgar, curadora de osteologia humana do Museu Maxwell de Antropologia da Universidade do Novo México. "Para a maioria, não há como saber o que o resto dos esqueletos poderia dizer sobre a saúde daquelas pessoas".
Então como os cientistas podem avaliar, por exemplo, a importância dos poucos exemplos fossilizados de osteossarcoma, um raro câncer nos ossos que afeta principalmente pessoas jovens? O caso mais antigo foi provavelmente encontrado em 1932, pelo antropólogo Louis Leakey, num parente pré-histórico do homem. Hoje, a incidência anual de osteossarcoma entre jovens com menos de 20 anos é de aproximadamente cinco casos a cada 1 milhão de pessoas.
"Seria preciso examinar dez mil indivíduos para encontrar um caso", disse Mel Greaves, professor de biologia celular no Instituto de Pesquisa do Câncer, na Inglaterra, e autor de "Cancer: The Evolutionary Legacy" (Câncer: O legado evolutivo, em tradução livre). Ainda não foi examinado um número suficiente de restos mortais adolescentes, disse ele, para chegar a uma conclusão significativa.
Existem mais complicações: mais de 99% dos casos de câncer se originam não nos ossos, mas em órgãos mais macios, que entram rapidamente em declínio. A menos que o câncer se espalhe para os ossos, ele provavelmente não será registrado.

Múmias

Teoricamente, as múmias antigas seriam uma exceção. Porém, também aqui as descobertas foram poucas.
Apenas em raras ocasiões os patologistas conseguem colocar as mãos numa múmia comparativamente recente, como Ferrante 1º de Aragon, rei de Nápoles, morto em 1494. Quando seu corpo foi autopsiado, cinco séculos depois, descobriram que um adenocarcinoma, que começa em tecidos glandulares, havia se espalhado aos músculos da bacia.
Um estudo molecular revelou um erro tipográfico num gene que regula a divisão celular - um G havia se tornado um A -, o que sugeria câncer colorretal. A causa, segundo os autores, poderia ser um consumo exagerado de carne vermelha.
Ao longo dos anos, centenas de múmias egípcias e sulamericanas geraram alguns outros casos. Um raro tumor, chamado rabdomiosarcoma, foi encontrado no rosto de uma criança chilena que viveu em algum ponto entre 300 e 600 d.C.
Zimmerman, coautor da recente revisão, descobriu um carcinoma retal numa múmia do período entre 200 e 400 d.C., e ele confirmou o diagnóstico com uma análise microscópica do tecido - a primeira, segundo ele, na paleopatologia egípcia.
"A verdade é que o número de múmias e esqueletos realmente antigos com evidências de câncer é insignificante", explicou ele. "Simplesmente não conseguimos encontrar nada como a incidência moderna de câncer".
Embora a expectativa de vida média fosse menor no Egito antigo do que atualmente, Zimmerman afirma que muitos indivíduos, especialmente os ricos, viviam tempo o bastante para contrair outras doenças degenerativas. Sendo assim, por que não o câncer?
Outros especialistas sugeriram que a maioria dos tumores teria sido destruída pelos invasivos rituais da mumificação egípcia. Porém, num estudo publicado em 1977, Zimmerman mostrou que era possível as evidências sobreviverem.
Em um experimento, ele coletou o fígado de um paciente moderno que havia sucumbido ao câncer metastático no cólon, o secou num forno e em seguida o reidratou - demonstrando, segundo ele, que "as características do câncer são bem preservadas pela mumificação, e que tumores mumificados ficam, na realidade, mais bem preservados que o tecido comum".

Esqueletos

Quanto aos esqueletos, porém, o problema permanece: considerando-se o tamanho reduzido da amostra, exatamente quanto de câncer os cientistas deveriam esperar encontrar?
Para se ter uma ideia por alto, Tony Waldron, paleopatologista da University College London, analisou relatos de mortalidade humana de 1901 a 1905 - período recente o bastante para garantir registros razoavelmente bons, e antigo o bastante para evitar contaminar os dados com, por exemplo, o pico do câncer de pulmão nas últimas décadas devido à popularidade do cigarro.
Contabilizando variações na expectativa de vida e a probabilidade de diferentes males se espalharem aos ossos, ele estimou que, numa "montagem arqueológica", o câncer poderia ser esperado em menos de 2% dos esqueletos masculinos, e entre 4 e 7% dos esqueletos femininos.
Andreas G. Nerlich e colegas, em Munique, testaram a previsão em 905 esqueletos de duas necrópoles egípcias da antiguidade. Com a ajuda de raios-X e exames de tomografia computadorizada, eles diagnosticaram cinco cânceres - número compatível com as expectativas de Waldron. E, conforme previam suas estatísticas, 13 cânceres foram encontrados em 2.547 restos mortais enterrados num ossário do sul da Alemanha entre 1400 e 1800 d.C.
Para ambos os grupos, segundo os autores, os tumores malignos "não apareceram numa quantidade significativamente menor que a esperada", em comparação com a Inglaterra do início do século 20. Eles concluíram que "a atual elevação da frequência de tumores nas populações presentes está muito mais relacionada ao aumento da expectativa de vida do que a fatores básicos ambientais ou genéticos".
Com tão pouco material para prosseguir, a arqueologia pode nunca obter uma resposta definitiva. "Podemos dizer que o câncer certamente existia, e provavelmente numa frequência menor do que a atual", disse Arthur C. Aufderheide, professor emérito de patologia na Universidade de Minnesota e co-autor da Enciclopédia de Paleopatologia de Cambridge. Esse pode ser o máximo de certeza que jamais teremos.
Conforme os cientistas continuam investigando, pode haver algum consolo em saber que o câncer não é inteiramente culpa da civilização. No curso natural da vida, as células de uma criatura precisam estar constantemente se dividindo - milhões de vezes por segundo. Algumas vezes, algo sairá errado.
"Quando você cria complexos organismos multicelulares e permite que células individuais proliferem, o câncer se torna uma inevitabilidade", disse Weinberg, do Instituto Whitehead. "Ele é simplesmente uma consequência da crescente entropia, crescente desordem".
Ele não estava sendo fatalista. Ao longo das gerações, os corpos criaram barreiras formidáveis para manter células rebeldes na linha. Parar de fumar, perder peso, comer alimentos saudáveis e tomar outras medidas preventivas pode adiar o câncer por décadas. Até morrermos de outra coisa.
"Se vivêssemos por tempo suficiente", observou Weinberg, "mais cedo ou mais tarde todos nós teríamos câncer".

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

New sweetener!!! I wanna try it soon!!!

Every girl has a sweet tooth. While nothing is as good as sugar, I would say Agave comes a close second. For those of you who haven’t caught on to the craze, Agave is a low-glycemic sweetener that doesn’t have any of those scary health risks of other sugar-replacements. This cookbook is perfect for your health conscious friends, with delicious recipes like Grilled Peaches with Caramelized Brandy Pecan Sauce and Pistachio Ice Cream. Yum! And the best part, she can make some for you!

Under $20: Baking With Agave Nectar Cookbook

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

PROPRIEDADES DO PEPINO! INTERESSANTE!

PEPINO - CONHEÇA O QUANTO ELE É PRECIOSO


01. PEPINOS contém a maioria das vitaminas que você precisa diariamente.

Um pepino contém Vitaminas B!, B2, B3, B5, B6, C, Ácido Fólico, Cálcio, Ferro, Magnésio, Fósforo, Potássio e Zinco.
02. Sentindo cansado à tarde, dispense o café e coma um Pepino.

Pepinos são ótimas fontes de Vitaminas B e Carboidratos que fornecem aquela ''animação'' que dura por horas.

03. Cansado de ver o espelho de seu banheiro embaçar após seu banho? Esfregue uma rodela de pepino no espelho, isto eliminará a neblina e produzirá uma tenra fragrância como no SPA.

04. As lesmas e caramujos estão arruinando suas plantas? Coloque algumas rodelas de pepino num pequeno prato ou forma de lata (não de ferro nem de alumínio ), em sua horta ou jardim, e as pestes ficarão de longe toda a temporada.

05. Procurando por uma rápida e fácil forma de remover celulite antes de ir à piscina ou à praia? Esfregue uma rodela ou duas de pepino nas áreas afetadas por alguns minutos, os fitoquímicos no pepino forçam o colágeno de sua pele a encolher, firmando a camada de fora e reduzindo a visibilidade da celulite. Funciona otimamente para as rugas também!

06. Deseja evitar uma ressaca ou dor de cabeça? Coma algumas fatias de pepino antes de dormir e acordará sem dor e sem ressaca.

Pepinos contém bastante açúcar, Vitamina B e eletrólitos para repor os nutrientes essenciais que o corpo perde, mantendo tudo em equilíbrio, evitando ambos a ressaca e a dor de cabeça!

07. Procurando evitar aquela fome à tarde ou noitinha com alguma coisa? Pepinos têm sido usados por centenas de anos e usados por caçadores Europeus, exploradores e comerciantes como uma rápida refeição para evitar a fome.

08. Tem uma importante entrevista de emprego e você vê que não tem tempo para engraxar os sapatos? Simplesmente esfregue uma fatia fresca de pepino sobre o sapato, os elementos químicos proverão um rápido e durável brilho que fica ótimo e repele a água.

09. Não tem em casa o óleo WD-40 para acabar com aquele barulhinho de uma porta rangendo? Pegue uma fatia de pepino e esfregue no lugar problemático, e pronto, o rangido se foi!

10. Cansado, estressado e sem tempo para uma massagem facial? Corte um pepino inteiro e coloque em uma panela de água fervendo, faça inalação, os químicos e nutrientes do pepino reagem com a água fervendo e se soltam no vapor, criando um relaxante cheirinho, além de reduzir o stress.

11. Acabou de almoçar e não tem goma de mascar ou balas de hortelã? Tome uma fatia de pepino e esprema no céu da boca com a língua por 30 segundos, para eliminar o mau hálito, os fitoquímicos matarão as bactérias responsáveis por causar mau hálito.

12. Procurando por uma maneira para limpar suas torneiras, pias ou aço inoxidável? Esfregue uma fatia de pepino na superfície que deseja limpar, isto não só remove anos de zinabre e traz de volta o brilho, não deixa marcas e não mancham nem prejudicam suas unhas e mãos enquanto limpa.

13. Usando a caneta e comete um erro? Tome a casca do pepino ( o lado de fora ) e devagar use-a para apagar o erro, também funciona muito bem nas marcas de lápis que as crianças deixam nas paredes.
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SUCO DE PEPINO




O pepino é um ótimo tônico para o fígado, rins, vesícula e dá força aos cabelos e unhas, pelo seu alto teor de sílica e flúor. Seu suco é utilizado nas inflamações do tubo digestivo e da bexiga.
O pepino tem também ação purificante e serve para eliminar a gordura da pele.
Ele deve ser consumido sempre com casca (bem lavado), pois é nela que se encontram substâncias que o tornam de fácil digestão.

Além disso, o pepino é um diurético natural e de grande ajuda na dissolução de cálculos renais. É rico em potássio, o "mineral da juventude", que proporciona flexibilidade aos músculos e dá elasticidade às células que compõem a pele. Isso resulta em rejuvenescimento da epiderme e do rosto.Vai um suquinho de pepino aí? Garanto que vale a pena provar e conferir os excelentes resultados.. .

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Mães com mais de 50 anos!!!






Veja aí
Grã-Bretanha tem 'boom' de mães com mais de 50 anos
Dados oficiais revelam que houve aumento de 55% dos nascimentos nessa faixa etária em 2009 em relação ao ano anterior.
Da BBC
Juliet Le Page teve a segunda filha com 50 anos,após tratamento de FIV. (Foto: BBC)A Grã-Bretanha está vivendo um boom de mulheres que têm filhos com mais de 50 anos de idade, segundo dados do Office for National Statistics (Escritório Nacional de Estatística, na sigla em inglês).Em 2009, 107 mulheres com mais de meio século tiveram bebês na Inglaterra e País de Gales, um aumento de 55% em relação ao ano anterior.A mudança é atribuída a um relaxamento nas regras adotadas por clínicas particulares que oferecem fertilização in vitro (FIV) no país, quase sempre com óvulos doados por mulheres mais jovens.Apesar de não haver um limite legal para tratamentos de fertilidade na Grã-Bretanha, as clínicas particulares normalmente não aceitavam mulheres com mais de 50 anos por acreditar que as taxas de sucesso eram baixas.Agora, muitos médicos dizem que essa regra era arbitrária e que é mais importante levar em consideração a saúde da mulher, a idade do marido e a segurança financeira do casal.Juliet Le Page teve um casal de filhos concebidos com óvulos doados através de FIV. O primeiro, Rafe, hoje com quatro anos, nasceu quando ela tinha 46 e Julia, de quase dois anos, nasceu quando ela já passava dos 50.'Eu só conheci meu marido quando já tinha mais de 40 anos e foi aí que percebi que queria ter filhos. Sei que hoje sou uma mãe muito melhor do que teria sido aos 20, quando certamente colocaria meus interesses à frente dos meus filhos', disse Le Page à BBC Brasil.Anúncio em ônibusInspirada por sua experiência com os tratamentos, Le Page criou a Fertility Concerns, uma organização que oferece aconselhamento para pessoas preocupadas com sua fertilidade. Segundo ela, o número de mulheres acima dos 50 anos procurando seus serviços tem aumentado muito.'Na maioria dos casos, o fato de elas não terem tido filhos antes não foi uma escolha, não foi proposital. Muitas dessas mulheres só encontraram o parceiro certo muito tarde, como eu. Outras estão no segundo casamento e querem ter filhos com o novo marido. Há também os casos de pessoas que passaram a vida cuidando de parentes mais velhos e só quando eles morreram puderam pensar em si mesmas.'
Le Page, com os filhos, criadora de organizaçãopara conselhos sobre fertilidade. (Foto: BBC)Mulheres que têm filhos depois dos 50 anos de idade costumam ser criticadas por colocar seu desejo de ser mãe acima do bem-estar da criança, mas a britânica Linda Weeks disse ter recebido muito apoio quando apelou para anúncios em ônibus londrinos pedindo uma doadora de óvulos."Nós nunca seremos Mamãe e Papai a menos que uma mulher maravilhosa de 36 anos ou menos possa nos ajudar doando alguns de seus óvulos", dizia o anúncio. "Você é a nossa única chance de felicidade."A tática deu certo. Em 2008, Linda, então com 55 anos, e seu marido Richard comemoraram o nascimento de Katy, após 14 anos de tentativas frustradas, graças a uma doadora anônima.Tratamento no exteriorMuitas clínicas particulares britânicas ofecerem tratamento de fertilização in vitro em parceria com instituições no exterior, principalmente para mulheres mais velhas.Segundo Le Page, isso acontece porque há um número limitado de doadores de óvulos e sêmen na Grã-Bretanha, o que pode levar a uma espera de até dois anos para a implantação do embrião, tempo precioso demais para mulheres que estão desesperadas para engravidar.'Fiz meu primeiro tratamento na Escócia, mas na hora de ter o segundo filho decidi ir para Barcelona, na Espanha, onde eles são referência nesse tipo de procedimento e as coisas andam muito mais rápido', disse a consultora de fertilidade.Na Grã-Bretanha, o sistema público de saúde, o NHS, oferece o FIV de graça, mas as regras variam enormemente dependendo de onde a paciente mora. A lista de espera, por exemplo, é de 4 meses e meio, em média, no Leste do país, mas pode chegar a até dois anos na região central.Em geral, o NHS oferece três ciclos de fertilização in vitro para mulheres até os 39 anos de idade. Nos tratamentos usando óvulos doados, o limite de idade é de 45 anos, na maioria dos casos.Para as mulheres mais velhas, a única opção pode ser recorrer ao tratamento privado.


Le Page fez o primeiro tratamento na Escócia e seguiu à Barcelona para ter o segundo filho. (Foto: BBC)FIV no BrasilNo Brasil, parece haver uma tendência clara no aumento da procura de tratamento de fertilidade por mulheres acima dos 38 anos, segundo médicos do setor de reprodução assistida.As clínicas ouvidas pela BBC Brasil disseram que apesar de não haver um limite formal de idade para a realização da fertilização in vitro no país, a maioria dos estabelecimentos ainda usa os 50 anos como idade de corte.'O critério que adotamos como regra geral é que a mulher que vai se submeter ao tratamento precisa ter saúde e condições de criar o filho até a idade de ele sair da universidade, que seria algo entre os 25 e os 30 anos', disse a dra. Maria Cecília Erthal, diretora do Centro de Fertilidade da Rede D'Or, no Rio de Janeiro.'Cerca de 40% de nossas pacientes estão entre os 40 e os 48 anos de idade. São mulheres que priorizaram a carreira, a estabilidade financeira e a escolha do parceiro certo e deixaram para ter filhos mais tarde.'Para as pacientes mais velhas, a taxa de sucesso na realização da FIV com os próprios óvulos é muito baixa, cerca de 5%, enquanto com óvulos doados este índice pode chegar a quase 60%, dependendo da idade da doadora.Tanto no Brasil como na Europa, muitas vezes é adotada a 'doação compartilhada', em que uma mulher mais jovem que está passando por um tratamento de fertilidade doa óvulos anonimamente para uma paciente mais velha em troca de um desconto.
saiba mais
Especialista explica gravidez assistida em mulheres após a menopausa
Pesquisa relaciona risco de alergia a primeiro trimestre de gravidez
Menina de dez anos dá à luz bebê saudável na Espanha
Mães revelam a emoção da descoberta de uma gravidez 'Seguindo os passos da Europa'O diretor da Clínica Mater, em São Paulo, dr. Cristiano Eduardo Busso, acredita que o número de mulheres acima dos 50 anos procurando por tratamento de fertilidade ainda não seja tão grande no Brasil porque a população do país não é tão envelhecida como a da Europa.'Daqui a alguns anos, vamos ser colocados no mesmo dilema ético que a Grã-Bretanha está passando agora. Há um conflito de interesses que surge quando aumenta a procura de mulheres mais velhas por tratamento, porque isso representa um filão econômico', disse o dr. Busso.'Acredito que deveria haver uma orientação geral em relação à idade máxima para mulheres interessadas em fazer o tratamento para que essa decisão tão importante não seja tomada de modo arbitrário por cada estabelecimento.'Muitos médicos que defendem o tratamento para pacientes mais velhas dizem que hoje as mulheres de 50 anos estão mais em forma que as mulheres da mesma idade de 10 ou 20 anos atrás e, por isso, estariam muito mais preparadas para levar uma gravidez até o fim de forma segura. Mas nem todos concordam.'As mulheres mais velhas de hoje em dia não são mais saudáveis nem menos saudáveis do que elas eram 10 anos atrás. A única diferença é que hoje contamos com uma tecnologia mais avançada para realizar os procedimentos e detectar possíveis riscos para a saúde da mãe', disse o diretor da Clínica Mater.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Exercício físico em grupo é melhor.


Vida e Saúde
Terça, 29 de setembro de 2009, 10h32

Pesquisa aponta que exercícios em grupo aumentam tolerância à dor

Michelle Achkar
Getty Images
Treinar em grupo aumenta a tolerância à dor e ajuda a intensificar os exercícios



Treinar em grupo aumenta a tolerância à dor e ajuda a intensificar os exercícios. A conclusão é de uma pesquisa da Universidade de Oxford, que será publicada no jornal Biology Letters. » vc repórter: mande fotose notícias » Chat: tecle sobre o assuntoComandado pela antropóloga Emma Cohen, o estudo foi conduzido com 12 pessoas que se exercitaram em máquinas simulando o movimento de remadores em quatro sessões de 45 minutos cada, durante duas semanas. Em duas das etapas os voluntários treinaram sozinhos e nas demais, em grupos e de maneira perfeitamente sincronizada. Os pesquisadores, então, mediram, após cada período de exercícios, o nível de endorfina no corpo. Como a endorfina só pode ser medida a partir de punção na região lombar, o que seria impraticável, foi adotada uma técnica para identificar o grau de tolerância à dor e, portanto, do nível de endorfina. Uma algema foi apertada nos braços dos participantes até que eles reclamassem de dor. A relação é possível, pois a endorfina quando liberada no cérebro aumenta a sensação de bem-estar e, consequentemente, a tolerância à dor, inclusive a provocada pela produção de ácido lático pelos músculos após os exercícios. Como esperado pelos pesquisadores, a tolerância foi maior depois das sessões de exercícios em grupo, e os resultados foram parecidos mesmo levando-se em consideração variáveis como hora do dia. Outros estudos serão realizados para verificar o resultado. Isso porque os pesquisadores levaram em consideração dados de outros estudos para explicar a descoberta, como o de que exercícios coordenados aumentariam os laços sociais entre as pessoas. Como os remadores treinavam há mais de um ano, foi considerada a hipótese de que a presença de amigos tenha influenciado nos resultados.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Valor do gengibre e da erva-doce na gripe suína

BOLETIM INFORMATIVO
06/08/2009

Observação:O uso da erva-doce é alternativo e poderá ser até eficaz, mas não substitui a assistência médica necessária.

Por.:J.Crocci

O anis estrelado, amplamente cultivado na China, é o extrato-base (75%), da produção do comprimido TAMIFLU, da Roche(empresa do antigo Secretário de Defesa dos EUA Donald Runsfield).
Mas, como é um pouco difícil encontrar o anis estrelado aqui no Brasil, podemos usar o nosso anis mesmo a - erva-doce - pois esta erva possui as mesmas substâncias, ou seja, o mesmo gas, princípio ativo do anis estrelado, e age como anti-inflamatória, sedativa da tosse, expectorante, digestiva, contra asma, diarréia, cólicas, cãibras, náuseas, doenças da bexiga, gastrointestinais, etc...
Seu efeito é rápido no organismo e baixa um pouco a pressão, devendo ser feito o chá com apenas uma colher de café das sementes para cada 200ml de água, administrado uma a duas vezes ao dia, de preferência após uma refeição em que se tenha ingerido sal.Se você está lendo, ajude a divulgar o uso da erva-doce como preventivo do H1N1, ou mesmo como remédio a ser tomado imediatamente após os primeiros sintomas de gripe, pois seu princípio ativo poderá bloquear a reprodução do vírus e mesmo evitar seu maior contágio. Porém, pouco ou nada adiantará utilizar a erva-doce após 36 horas do possível contágio pelo H1N1, pois a erva não terá mais força substancial para bloquear a propagação do vírus no sistema respiratório.

Efeitos colaterais : pequena sonolência nas duas primeiras horas - evitar dirigir e/ou operar máquinas.
OBSERVAÇÃO :- O uso da erva-doce é alternativo e poderá ser até eficaz, mas não substitui a assistência médica necessária.
Donald Rumsfield compra 90% da produção mundial do anis estrelado da China desde 1997, quando surgiram os primeiros casos de gripe aviária H5N1 (uma das variáveis do H1N1) ... seria por acaso ???

Gripe Suína, mais informações úteis

RECEITA ANTI-GRIPE

A pedido de um amigo GG pesquisas no tempo do nosso saudoso e querido Corsini, do qual fui amigo (nos anos 70) e discípulo, no começo dos anos 80, em Imunologia e Genética (Unicamp), vou repassar a todos a maneira mais correta e saudável de enfrentar essa Influenza A (erroneamente chamada de gripe suína). O melhor que se pode fazer é reforçar o sistema imunológico através de uma alimentação correta e saudável, no sentido de manipular a imunidade, preparando as células brancas do sangue (neutrófilos) e os linfócitos (células T) as células B e células matadoras naturais. Essas células B produzem anticorpos importantes que correm para destruir os invasores estranhos, como vírus, bactérias e células de tumores. As células T controlam inúmeras atividades imunológicas e produzem duas substâncias químicas chamadas Interferon eInterleucina, essenciais ao combate de infecções e detumores. Bem vamos ao que interessa, ou seja quais alimentos sãoimportantes (estimulam a ação do sistema imunológico epotencializam seu funcionamento).
Antes de mais nada, tome pelo menos um litro e meio deágua por dia, pois os vírus vivem melhor em ambientessecos e manter suas vias aéreas úmidas desestimulam osvírus. Não a tome gelada, sempre preferindo água naturale de preferência água mineral de boa qualidade.
Não tome leite, principalmente se estiver resfriado oucom sinusite, pois produz muito muco e dificulta a cura.
Use e abuse do Iogurte natural, um excelente alimento dosistema imunológico. Coloque bastante cebola na sua alimentação.
Use e abuse do alho que é excelente para o seu sistemaimunológico. Coloque na sua alimentação alimentos ricos em caroteno (cenoura, damasco seco, beterraba, batata doce cozida,espinafre cru, couve) e alimentos ricos em zinco (fígado deboi e semente de abóbora).
Faça uma dieta vegetariana (vegetais e frutas).
Coloque na sua alimentação salmão, bacalhau esardinha, excelentes para o seu sistema imunológico.
O cogumelo Shiitake também é um excelente anti-viral,assim como o chá de gengibre que destrói o vírus dagripe.
Evite ao máximo alimentos ricos em gordura (deprimem osistema imunológico), tais como carnes vermelhas ederivados.
Evite óleo de milho, de girassol ou de soja que sãoóleos vegetais poli-insaturados. Importante: mantenha suas mãos sempre bem limpas e use fiodental para limpar os dentes, antes da escovação.
Com esses cuidados acima e essa alimentação... os vírusnem chegarão perto de você.
Abraços.
(uma pequena contribuição para você enfrentar essa e qualquer gripe que porventura apareça no seu caminho).
6 de maio de 2009
Prof. Dr. Odair Alfredo Gomes
Laboratório Morfofuncional
Faculdade de Medicina – UNAERP
Fone: 36036744 ou 36036795

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Chá Mix


Vou começar meu blog com uma receitinha muito saudável, que deveria ser da bebida mais comum do que o nosso café.
Aceito sugestões de flores, frutos e ervas para o meu chazinho básico, quase que diário... Amo chás naturais.


Chá Mix
Somente com folhas e frutos naturais.
Misturar um pouco de cada erva, dependendo do efeito que quiser no dia:
Folha do maracujá (calmante, sedativo)
Folha de stevia (adoçante natural)
Folha de amora branca (para diminuir efeitos e calor da menopausa)
Folha de pitanga (diabetes, ácido úrico)
Folha de cidreira (calmante, também chamado de melissa e de chá da mulher, por efeitos amenizadores no período menstrual)
Folha de capim santo (calmante, sedativo)
Folha de sene (emagrecedor, laxante)
Gengibre ralado
Cravo
Canela (faz transpirar, estimulante, ajuda na digestão)
Chá verde (anticancerígeno, emagrecedor, etc.)
Chá branco (é o mesmo chá verde, só que antes de amadurecer a folha, e tem propriedade mais emagrecedora do que o chá verde, que é a folha mais adulta)
Hibisco (flor)
Misture um pouco de cada folha de sua preferência, acrescente uma fruta e ferva bem. Depois de fervido por uns 5 minutos, tampe e abafe um pouco, uns 10 a 15 minutos. Depois coe num coador de pano ou em outro bem fino. Pode guardar na geladeira e tomar várias vezes ao dia. É liberado nas dietas.
As frutas podem ser: maçã seca, casca de abacaxi (bem lavada por fora, pode guardá-la no freeser ou secá-la também), um maracujá inteiro cortado ao meio, etc.